O problema

O que costuma estar acontecendo

Planejar sem saber de onde partir

Sem avaliação, o professor planeja pela série em que o estudante está matriculado — e não pelo que ele de fato já realiza. A atividade chega fácil demais ou difícil demais, e a frustração é dos dois lados.

Avaliação que vira rótulo

Instrumentos mal utilizados classificam o estudante num nível e param por aí. Uma avaliação diagnóstica útil não diz quanto o estudante vale: diz qual é o próximo passo possível.

Devolutiva sem evidência

Na reunião com a família, com a equipe técnica ou com órgãos externos, a escola precisa mostrar evolução. Sem registro sistemático, sobra impressão pessoal e falta dado.

Como fazemos

Como a avaliação funciona

  1. 1. Escolha do formulário

    Nove formulários cobrem Educação Infantil, os anos do Ensino Fundamental e o atendimento em sala de recursos. A escolha considera o momento do estudante, não apenas a série em que está matriculado.

  2. 2. Preenchimento por cores

    Cada habilidade é marcada conforme o estudante a realize sozinho, com apoio ou ainda não realize. O sistema salva a cada clique — a avaliação pode ser preenchida ao longo de vários dias, junto da observação em sala.

  3. 3. Leitura do resultado

    O resultado mostra o desenvolvimento real, o proximal e o potencial do estudante, com gráficos por área e comparativo entre avaliações. É onde o professor enxerga o que mudou.

  4. 4. Do resultado ao plano

    O PEI é gerado a partir da avaliação: o que está adquirido e o que está a desenvolver alimentam as seções do documento, que fica pronto para impressão em A4 ou download em Word.

O que a escola passa a ter em mãos

  • Perfil de desenvolvimento do estudante, habilidade por habilidade
  • Gráficos de evolução entre avaliações do mesmo estudante
  • PEI preenchido a partir da avaliação, com versionamento
  • Documentos em PDF para impressão e em Word editável
  • Base objetiva para devolutiva a famílias, equipes técnicas e órgãos externos
Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre avaliação diagnóstica pedagógica

Respostas diretas às dúvidas que mais chegam por WhatsApp e e-mail.

A avaliação diagnóstica pedagógica é um diagnóstico clínico?

Não. Ela é pedagógica: descreve o que o estudante realiza no contexto escolar e orienta a intervenção do professor. Diagnóstico de condição de saúde é competência de profissionais da área médica, e a avaliação pedagógica não o substitui nem o dispensa quando for necessário.

Precisa de laudo para aplicar a avaliação?

Não. A avaliação é um instrumento pedagógico e pode ser aplicada a qualquer estudante cujo desenvolvimento a escola precise compreender melhor. A Nota Técnica MEC/SECADI nº 04/2014 reforça que o trabalho pedagógico não está condicionado à existência de laudo médico.

Quem aplica a avaliação?

O professor — regente ou do AEE — a partir da observação do estudante em situação escolar. A formação da NeuroAdapt prepara a equipe para preencher com critério, porque a qualidade do resultado depende inteiramente da qualidade da observação.

Quanto tempo leva para aplicar?

Não é uma prova com hora marcada. O preenchimento acompanha a observação do estudante ao longo dos dias, e o sistema salva a cada marcação. Na prática, as escolas costumam concluir uma avaliação ao longo de uma a duas semanas de convivência.

A ADIPE serve para qualquer estudante?

Ela foi desenhada para estudantes público-alvo da Educação Especial, mas o instrumento é útil sempre que a escola precisa entender o estágio de desenvolvimento de um estudante para planejar — inclusive em casos de dificuldade de aprendizagem sem diagnóstico.

Conheça a ADIPE na prática

Podemos apresentar o instrumento e o sistema para a sua equipe, com um caso real da sua rede.

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